A informação foi dada pelos responsáveis da Direcção-geral de Geologia e Energia, no âmbito da audição na Comissão de Economia, na passada quinta-feira.
Apesar disto, os responsáveis pelo Movimento Cívico de Barqueiros, que fizeram questão de assistir à audição, dizem que continuam "sem ver o documento e ouvir apenas palavras".
Dando como certo que o despacho foi dado, Hugo Cardoso, porta-voz do Movimento, continua a dizer que o foi com base "apenas no protocolo estabelecido entre a Junta de Barqueiros e a Mibal" e que este assenta em pressupostos errados: "As condições objectivas e a paz social que eles atestam estar reunidas baseiam-se em exclusivo no protocolo, que como sabemos, tem um conjunto de falsidades".
Hugo Cardoso refere também que a audição foi "interessante" porque deu para perceber uma série de dados que se revelam preocupantes, como a constatação de que a Mibal entrou nas Quintas a 4 de Novembro de 2009, quando o Plano de Lavra foi aprovado a 19 de Novembro, isto é, 15 dias depois.